terça-feira, 4 de setembro de 2012

Gemi quando ela me tocou, e abri um pouco as pernas, apoiando os braços na parede, estava com o corpo todo entregue. Fiquei ofegante, coração disparado, e ela gemeu, assim que percebeu o quanto eu estava molhada. Me puxou pelo quadril de encontro ao seu corpo. Ajeitou com sua mão o dildo, quase me penetrando, encostando em meu sexo pulsante. Gemi, e empurrei meu corpo contra o seu, querendo ser preenchida. Sua mão continuava provocando meu sexo, colocou só a pontinha do dildo dentro de mim, me fazendo gemer, me segurou pelo quadril para que eu não me mexesse. Foi entrando devagar, mesmo sentindo que poderia entrar de uma só vez. Estava todo dentro de mim, ela ficou imóvel, com a boca colada em meu ouvido, sentindo sua respiração quente me enlouquecer. Movimentou seu corpo para trás, quase saindo de dentro de mim, depois entrou novamente, de uma vez. Arrancando um gemido nada discreto meu. Ela suspirou e riu. Tirou de dentro de mim, se abaixou, abriu mais minhas pernas, e começou a passar a língua em meu sexo, me fazendo gemer ainda mais. Colocou a língua dentro de mim, mordeu minha bunda, passeou com a língua por ela, me empinou bem, e provocou meu clitóris também com a língua. Se levantou, mordendo minhas costas, me penetrou novamente, e sua mão direita escorregou entre minhas pernas. Se movimentava devagar dentro de mim, movimentos de vai e vem com seu quadril, bem dentro, e depois quase tirava tudo. Seus dedos pressionavam meu clitóris, o único movimento era devido aos quadris. Meus gemidos se intensificaram, ela sentiu meu corpo estremecendo, intensificou os movimentos dentro de mim, mais rápido, cada vez mais profundo, quase sem tirar. Uma das mãos me segurava pelo quadril e a outra fazia meu clitóris pulsar. Não aguentei mais um segundo sequer, gozei, não consegui controlar os gemidos muito menos meu corpo inquieto estremecendo, colado em seu corpo, em seus dedos.
Ela só diminuiu o ritmo quando meus gemidos acalmaram. Me envolveu em seus braços, um pela barriga, o outro no peito, me colando em seu corpo. Foi saindo devagar de dentro de mim, continuei com as mãos de apoio na parede, recuperando o ar e a força para manter meu corpo de pé. Me virei de frente para ela e nos beijamos. Tomamos um banho, relaxamos. Os olhares se mantinham fixos, o sorriso continuava estampado no rosto. Ajeitamos o banheiro, voltamos para o quarto, pegamos as roupas, trocamos algumas palavras, assuntos diversos e curtos. Sentamos na cama enquanto nos vestimos, nos beijamos mais uma vez, nos abraçamos. Um abraço cheio de apego, enquanto ela acariciava meu cabelo molhado. Pegou o secador, secou seu cabelo antes de terminar de se vestir. Fiquei só admirando, deitada na cama. Vestiu o resto da sua roupa e disse “Vamos?” Eu ri, falei que eu tinha que ficar. Ela riu também, “Claro…!” Demos mais um abraço daqueles de colar todo o corpo, demos um selinho, acariciei seu rosto e sorri. Ela sorriu de volta, já na porta.

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